Modelo de recebimento: Recebimento Projetado do mês = 70% do faturado 2 meses antes + 30% do faturado no mês anterior, líquido de 5% de inadimplência (ex.: recebimento de Maio = 70% do faturado em Março + 30% do faturado em Abril). Janeiro e Fevereiro dependem do faturamento de Nov/Dez do ano anterior — importe FatNov25/FatDez25 para habilitar; sem isso, ficam sem projeção. Geração considera apenas usinas em operação / faturando no período filtrado. Ajuste as premissas (inadimplência, backoffice, comercialização) na aba "Premissas".
Recebimento projetado calculado pelo modelo 70/30 sobre o faturamento
Comparação por mês (requer faturamento realizado importado)
Barras horizontais por cluster, no recorte de mês selecionado
Recebimento − Custos Totais, por cluster
Mesma escala de valores (R$), mês a mês
Barras empilhadas — passe o mouse na barra para ver Operacional e PMT separados
Operacional + PMT somados, mês a mês
Quanto maior a concentração em poucas DISCOs, maior o risco de uma mudança de tarifa/desconto específica impactar desproporcionalmente o resultado da carteira
Você entra com a captação por DISCO/mês (o que capta com o cliente); o modelo distribui esse valor entre as usinas daquela DISCO, proporcional à participação de cada uma na capacidade instalada — usado aqui como proxy de "vacância" — e só entre usinas que já passaram do COD naquele mês. Suposição a validar: se "vacância" no seu modelo for outro critério de rateio, me avise para ajustar o peso.
Top 15 usinas por captação recebida no recorte selecionado (respeita os mesmos filtros de Mês/DISCO/Cluster do topo)
Estas tabelas seguem o período selecionado na barra de meses (acima das abas): com "Ano completo" marcado, mostram Jan–Dez; se você selecionar meses específicos, só essas colunas aparecem, e a coluna final soma apenas o período escolhido. Os filtros de DISCO, Cluster e Usina também continuam valendo aqui.
Fluxo de caixa por cluster, ano a ano — você escolhe o que entra na planilha
Barras/linha = fluxo do mês · linha tracejada = saldo acumulado desde Janeiro
Recebimento Projetado − Custos Totais Previstos, somado pelos clusters de cada grupo
Recebimento Realizado − Custo Total Realizado, somado pelos mesmos grupos de clusters definidos acima
Indicadores financeiros de acompanhamento do portfólio, no recorte de Ano/Mês/DISCO/Cluster/Usina selecionado no topo. DSCR (Debt Service Coverage Ratio) mostra a folga de caixa para honrar a PMT; Headroom de Captação mostra quanto ainda cabe captar em cada usina/cluster antes de saturar o Teto de Geração.
DSCR ≥ 1,20x é geralmente considerado saudável para covenants de projeto; abaixo de 1,00x indica que o recebimento não cobre a PMT no período
Usinas já saturadas (headroom = 0) não devem receber captação adicional; priorize o comercial nas usinas com maior headroom. Com um mês específico selecionado, usa o acumulado até aquele mês; com "Ano completo" marcado, usa o acumulado até Dez do ano selecionado.
Por que isso importa: caixa lastreado em geração se repete no mês seguinte; caixa lastreado em estoque acaba junto com o estoque. A cadeia tem três elos e todos são respeitados: a compensação de um mês vira faturamento no mês seguinte (usinas com COD), e esse faturamento entra no caixa em duas parcelas — 70% dois meses depois e 30% no mês seguinte, líquido de inadimplência. Na prática, o estoque consumido em Janeiro aparece no caixa de Março e Abril. Jan e Fev/2026 entram como zero: eles recebem de Nov e Dez/2025, e não há série de estoque antes do horizonte.
Ajuste aqui; o dashboard recalcula tudo automaticamente
Aplicada sobre o Recebimento Projetado (70% 2 meses antes + 30% mês anterior)
Reajuste composto aplicado à Tarifa de cada DISCO a cada ano do horizonte (2027, 2028...)
Reajuste composto aplicado às taxas de Custo Operacional Previsto (R$/MW) a cada ano do horizonte. Começa em 0% — ajuste manualmente
Deixe em 0 para não limitar: quando a usina atinge o teto de geração, todo o excedente que você captar passa a consumir o estoque de energia, até o saldo da praça acabar. Um valor acima de zero vira um teto de segurança — 20% limita a compensação a 120% da geração do mês. O estoque nunca se autoconsome: só é abatido na medida da captação lançada. Crédito expira em 60 meses.
Deixe vazio para usar o Teto de Geração integral — é o padrão: a geração projetada é o teto do ano da usina, a partir da entrada em operação, sem nenhum ajuste. Preencha apenas se quiser calibrar deliberadamente. Para referência, comparando com o que você já apurou, a geração real ficou em — do teto; esse número é informativo e não é aplicado sozinho.
Custo Operacional Previsto (por usina) = Taxas abaixo × Potência (MW), só a partir do mês seguinte ao COD — antes disso é zero. Backoffice e Comercialização saíram daqui — agora ficam nas abas "Custos Comercialização" e "Custos AGOE", como indicadores separados.
| Categoria de custo | CGH | UFV | UTE |
|---|---|---|---|
| Arrendamento de Terra | |||
| TUSD | |||
| Operacional | |||
| Peças | |||
| Seguro | |||
| ADM | |||
| Total por MW/mês | R$ 0 | R$ 0 | R$ 0 |
Valores em R$ por MW instalado, por mês. Preencha por tipo de usina — o dashboard aplica automaticamente pela Potência e Tipo de cada usina, respeitando o COD.
Atenção: ao editar Tarifa ou Desconto de uma DISCO aqui, o Faturamento Previsto (Fat_*) de todas as usinas dessa DISCO é recalculado automaticamente a partir da Geração nominal mensal — substituindo qualquer valor de faturamento importado anteriormente para essas usinas.
Valores em kWh (energia captada), não em R$. O valor lançado por mês/DISCO é distribuído entre as usinas já em operação (pós-COD) daquela DISCO, proporcional ao espaço restante até o teto de capacidade de cada uma (peso maior para projetos já existentes) — o mesmo modelo usado na planilha original. A partir de Jun/2026, o Faturamento Previsto passa a ser calculado com base nesse resultado (Jan-Mai continuam usando a Geração nominal).
Meses com fundo cinza são medição por usina (aba Energia) e não podem ser editados aqui — o dado real sempre manda. Os demais são projeção (capacidade × aderência) e aceitam edição: o valor que você digitar aparece em vermelho, é rateado entre as usinas ativas da praça proporcionalmente à capacidade de cada uma, e passa a valer como teto de compensação daquele mês. Apague o campo para voltar à projeção.
Quando você fixa a geração de uma usina, ela sai do rateio da praça: o valor informado para a distribuidora passa a ser dividido apenas entre as usinas não fixadas, de modo que o total da praça continue sendo o que você informou. Meses apurados seguem em cinza e não aceitam edição.
O estoque nasce da diferença entre o que a usina gera e o que é compensado. Enquanto a praça não estiver lotada, a captação cabe dentro da geração do mês e o estoque só cresce. Quando lota, a captação passa a abater o estoque, até o estoque acabar — ou até o teto opcional definido em Premissas → Limite do Consumo de Estoque, se você tiver configurado um. Crédito não usado em 60 meses expira, e o mais antigo é consumido primeiro.
Valores em kWh, no mesmo formato da Captação acima. A cada mês, o motor usa a captação líquida (Captado − Churn) para alocar entre as usinas: se o líquido for positivo, o rateio funciona como antes (cresce a carga das usinas com mais espaço até o teto); se for negativo (mais churn do que captação nova no mês), a carga das usinas ativas daquela DISCO é reduzida, proporcional à carga atual de cada uma. Usinas com valor manual (aba "Captação — Ajustes por Usina") não são afetadas pelo churn automático. Não considera saldo/crédito de energia do cliente que sai — a redução é aplicada integralmente no mês do churn.
Todas as células já mostram o valor em kWh que está valendo hoje — em vermelho quando é um valor fixo/manual (contrato específico, "colado", igual a alguns casos da planilha original), em preto quando é calculado automaticamente pelo rateio. Para editar, digite um número novo (fica vermelho); para voltar ao automático, apague o campo ou digite de volta o mesmo valor calculado. A usina com valor manual ainda participa do rateio das demais (seu teto/espaço restante continua contando no cálculo compartilhado), só não recebe cálculo próprio naquele mês.
Simulador de premissas de captação. Responde a pergunta "se eu captar esta quantidade por distribuidora, como ela se distribui entre as usinas — e cabe?". Importe a captação por praça no arquivo exclusivo desta aba, e o simulador rateia entre as usinas com as mesmas regras do painel: proporcional ao espaço livre de cada usina (teto do ano − carteira do mês anterior) × peso de maturidade, respeitando ajustes manuais por usina, churn e a trava de lastro — o que não tiver geração + saldo para compensar aparece como não alocado, praça por praça. Nada aqui entra no modelo: não altera a captação da aba Premissas, nem o faturamento, nem o estoque, nem as outras abas. Para levar um cenário para o modelo, lance os valores na aba Premissas → Captação e Churn.
A vacância de cada praça é medida na hora, contra a base: geração prevista do último mês do período menos a carga contratada até o mês anterior ao primeiro. Com Set/26–Dez/26 selecionado, é exatamente a definição fechada em 21/09.
Estas duas linhas são a captação nova, ainda sem praça definida. A da CEMIG vai toda para a CEMIG; a das demais é rateada proporcional à vacância de cada praça, e praça já 100% preenchida não recebe nada. O que não couber aqui não se perde — escorre para quem ainda tem folga, no mesmo mês.
Perdido vem só da carga comprometida abaixo: cliente que já tem distribuidora definida e não cabe na vacância dela não migra para outra praça. A captação adicional nunca aparece aqui — ela procura praça com folga até acabar.
É aqui que entra a carga que já tem distribuidora definida — a lista dos 8.110 MWh, a captação iGreen de cada praça, qualquer cliente já vendido. Digite direto na tabela ou importe o arquivo exclusivo desta aba. A tabela mostra o ano selecionado na barra superior; o cenário guarda os 60 meses (Jan/26–Dez/30).
Somar responde "além do que já está lançado no modelo, onde entra esta captação nova?" — é o uso normal. Substituir troca a captação da praça pelo valor do cenário no mês informado, para testar um plano inteiro no lugar do atual. Mês deixado em branco no cenário não altera nada, nos dois modos.
Alocado é o quanto a carteira da praça realmente subiu por causa do cenário. Não alocado é o que sobrou: captação que não virou cliente nenhum porque as usinas daquela praça já estão no teto — some sem deixar rastro no motor, e é o número que mais importa olhar. Sem lastro é diferente: virou cliente, mas a praça não tem geração + saldo para compensar no mês, então a trava corta a compensação — é a mesma grandeza da planilha COM_PERDA. Uma praça pode ter as duas coisas ao mesmo tempo, e não há dupla contagem entre elas. Não alocado é acumulado até o fim do ano exibido, de propósito: captação lançada para uma praça cuja primeira usina só liga depois fica retida e entra quando a usina entra — isso é adiamento, não perda, e no mês a mês apareceria como perda. Quando a coluna do ano acusa valor e a de 2026–2030 fica zerada, é exatamente esse caso: a captação entrou, só que num ano seguinte.
As colunas são os meses do seu cenário, não o ano da barra superior. Na visão padrão, cada célula é quanto da energia que você lançou entrou naquela usina — mesmo rateio da aba Premissas: proporcional ao espaço livre (teto do ano − carteira do mês anterior) × peso de maturidade, respeitando ajustes manuais por usina. A soma da coluna Total tem que bater com o que você lançou na praça; quando não bate, a diferença não coube — teto da usina ou trava de lastro. Troque para Carteira total para ver o nível absoluto de cada usina. A exportação traz os 60 meses.
Como ler o mapa: cada estado é colorido pela potência instalada (MW) das usinas ali localizadas. O estado é inferido a partir da DISCO (distribuidora) de cada usina, já que a base não traz cidade/UF diretamente — mapeamento validado com você. Conectada = COD já ocorreu (mês atual ou anterior); Em desenvolvimento = COD futuro. Passe o mouse sobre um estado para ver o detalhamento por fonte (CGH/UFV/UTE); clique para fixar o detalhamento ao lado.
Intensidade da cor = MW instalados no recorte selecionado abaixo
Clique em um estado no mapa (ou na lista abaixo) para ver o detalhamento por fonte e status.
Cadastro das usinas: a coluna COD (mês/ano de conexão) pode ser editada direto aqui — ao alterar, o dashboard recalcula tudo automaticamente (faturamento, custo, mapa etc.) e a data nova é salva na planilha (aba principal do Google Sheets), sem precisar reimportar CSV. Locadas a terceiros: marque aqui as usinas cedidas/locadas para outra empresa operar. A partir do mês de início da locação, o único custo que deixa de entrar no Custo Operacional Previsto (aba Premissas) é o TUSD referente à potência locada — Arrendamento e Operacional/Seguro/ADM continuam sendo calculados normalmente sobre a potência total da usina, locada ou não. Preencha Pot. locada (MW) quando só parte da usina estiver locada (ex.: Chica Valadares tem 2 MW, só 1 MW locado → informe 1; o TUSD continua sendo cobrado normalmente sobre o 1 MW restante, e o Arrendamento/Operacional continuam sobre os 2 MW). Deixe o campo em branco se a usina inteira estiver locada — assume 100% para fins de TUSD. Desde já: o campo Deságio fica registrado para referência, mas ainda não entra em nenhum cálculo automático — me avise se quiser aplicá-lo em algum lugar específico.
Simulador de captação e queima de saldo. Responde a pergunta inversa do painel: em vez de "com esta captação, o que acontece com o saldo?", ele pergunta "quanto preciso captar, e por quanto tempo, para zerar o estoque?". São duas etapas: a captação regular preenche a geração ociosa de cada praça; quando a praça fica cheia, entra a captação de queima, que compensa acima da geração consumindo o crédito acumulado. O prazo é meta, não divisor — a energia não é dividida pelos meses restantes para a queima durar o prazo: se acabar antes, aparece antes; se não cumprir, o atraso é sinalizado. Este simulador usa as regras do painel: expiração de crédito em 60 meses e churn por praça. Nada aqui altera a projeção das outras abas.
De onde a simulação começa. A carteira e o saldo de abertura vêm do mês anterior, calculados pelo painel.
Carga nova por mês para ocupar a geração ociosa. Rateada entre as praças conforme a vaga de cada uma.
Primeira carga da rampa, captada acima da geração. A rampa só liga quando todas as praças estiverem cheias.
Quanto a entrada de queima cresce a cada mês. Só cresce quando o mês anterior absorveu tudo — não adianta prometer cliente sem onde compensar.
Define quando a praça pode começar a queimar estoque. Maior geração do horizonte só faz sentido quando há usina prevista para entrar — hoje o COD mais tardio é Fev/2027.
Limite da captação de queima do mês. Vale tanto para o excedente do orçamento (enquanto ainda falta encher) quanto para a rampa (depois de cheio) — os dois nunca se somam.
Meta para avaliar se a queima terminou a tempo. Não acelera nem retarda o cálculo.
Limite da soma das entradas de queima. Em branco não há teto; zero impede qualquer queima.
Escreve captação regular + captação de queima de cada praça em CAPTACAO_INPUT, a partir do mês escolhido. Nada antes do corte é tocado, e os ajustes manuais por usina continuam vencendo o rateio. O churn não é descontado aqui — o motor do painel já faz isso, e descontar dos dois lados contaria duas vezes. Depois de aplicar, faturamento, custos e saldo são recalculados e o resultado vai para a planilha.
Custos por cluster, mês a mês: preencha aqui a PMT Prevista, o Custo Realizado e a PMT Realizada — um valor por cluster e por mês (não por usina). O dashboard distribui automaticamente cada valor entre as usinas do cluster, proporcional à potência instalada (MW) das usinas já ativas (pós-COD) naquele mês, e usa o resultado em todos os indicadores, gráficos e tabelas do painel (KPIs, Fluxo de Caixa, Resultado por Cluster etc.) — os mesmos lugares que hoje mostram "Importe Despesa_/CustoOperReal_/PMTReal_". Os valores ficam salvos automaticamente e são enviados para a planilha do Google Sheets. ⚠️ Suposição: a distribuição usa a potência (MW) como peso; avise se preferir outro critério (ex.: geração).
Não é editável aqui — é o mesmo cálculo usado nos KPIs e gráficos do painel (Taxas de Custo × Potência de cada usina, ano do horizonte selecionado acima). Para mudar esses valores, ajuste as Taxas de Custo na aba Premissas.
Faturamento e Recebimento Realizados, por cluster, mês a mês: preencha aqui o Faturamento Realizado e o Recebimento Realizado — um valor por cluster e por mês (não por usina, por enquanto — se precisarmos abrir por usina no futuro, dá para ajustar). O dashboard distribui automaticamente cada valor entre as usinas do cluster, proporcional à potência instalada (MW) das usinas já ativas (pós-COD) naquele mês (ou entre todas, se nenhuma ainda tiver passado do COD), e usa o resultado nos mesmos KPIs, gráficos e tabelas que hoje mostram "Importe FatReal_/RecReal_". Os valores ficam salvos automaticamente e são enviados para a planilha do Google Sheets.
Custos de Comercialização, mês a mês: Comissão One Shot e Comissão Recorrente são calculadas automaticamente a partir da captação/recebimento consolidados da empresa; Backoffice (CMU) a partir do faturamento consolidado do mês anterior; Custo Sistemas e Custo Equipe Interna são valores fixos que você preenche mês a mês. Percentuais e valores abaixo são únicos para a empresa toda (não variam por DISCO/cluster/usina).
% sobre (Captação do mês × Tarifa × (1−Desconto)) de cada DISCO, somado — paga no mês da captação
% sobre o Recebimento Previsto total do mês anterior (defasagem de 1 mês)
% sobre o Faturamento Previsto total do mês anterior (defasagem de 1 mês)
Linhas em preto são calculadas automaticamente (não editáveis). Linhas com campo de texto são valores fixos em R$ — edite o mês que quiser, inclusive anos futuros (use o filtro de Ano no topo do painel).
Custo de AGOE, mês a mês: a taxa em R$ por MW varia por tipo de usina (CGH, UFV, UTE) e por faixa de potência da usina. Cada usina é enquadrada na faixa pela sua própria potência instalada, e o dashboard multiplica a taxa correspondente pelos MW em operação em cada mês (a partir do mês seguinte ao COD), somando o resultado por cluster.
| Limite | CGH | UFV | UTE |
|---|---|---|---|
| 1º limite (fim da Faixa 1) | |||
| 2º limite (fim da Faixa 2) |
Faixa 1 = potência menor que o 1º limite · Faixa 2 = de 1º limite (inclusive) até o 2º limite (exclusive) · Faixa 3 = igual ou maior que o 2º limite. Ex.: CGH com 1,5 e 2,3 → <1,5 MW · 1,5 a 2,3 MW · ≥2,3 MW.
| Faixa de potência | CGH | UFV | UTE |
|---|---|---|---|
| Faixa 1 | |||
| Faixa 2 | |||
| Faixa 3 |
Cada valor é aplicado a todos os meses de 2026 a 2030 e reajustado anualmente a partir de 2027 pelo % de Reajuste de Custos da aba Premissas. Usinas sem Tipo ou sem Potência cadastrada não geram custo de AGOE.
Tabela somente leitura: cada linha é um cluster e mostra o custo de AGOE daquele mês (taxa × MW das usinas do cluster já em operação, com o reajuste anual aplicado). Use o filtro de Ano no topo do painel para navegar entre 2026 e 2030.
Inadimplência prevista x realizada. A prevista aplica o percentual da aba Premissas (5%) sobre a base de recebimento do mês — 70% do faturado dois meses antes + 30% do mês anterior —, que é exatamente a mesma base usada no Recebimento Projetado do painel. Por isso os números fecham entre si. A realizada é lançada por você, em R$, por cluster.
Lance o valor em R$ por cluster e mês. O painel calcula sozinho o percentual realizado sobre a mesma base da prevista, permitindo comparar índice com índice.
Saldo de créditos de energia. Parte do fechamento de Dez/2025 e movimenta, mês a mês, pela geração menos a energia compensada pelos clientes. Uma usina que gera antes de ter clientes alocados acumula crédito — é o que explica boa parte da curva.
1. Saldo Realizado — geração medida menos energia efetivamente compensada
2. Saldo base Fechamento Jan/2026 — mesma geração medida, com a compensação que o fechamento previa
3. Saldo base Fluxo Atual Previsto — mesma geração medida, com a compensação da projeção corrente
Por distribuidora o número é exato: o saldo de abertura de Dez/2025 foi informado nessa granularidade, sem rateio. A coluna de abertura repete em todas as tabelas — o que muda entre elas é só a energia compensada descontada mês a mês.
O que foi fechado em Janeiro/2026 contra o que projetamos hoje. As duas curvas são calculadas com a mesma regra — faturamento a partir da energia compensada × tarifa × (1 − desconto), e recebimento com 70% de dois meses antes + 30% do mês anterior, líquido de inadimplência. A diferença entre elas é de insumo, não de método. Como as tarifas do fechamento são idênticas às vigentes, toda a variação vem de volume e de entrada em operação, não de preço.
⚠️ Sobre os custos, leia antes de apresentar: o fechamento de Jan/2026 nos deu receita, não custos. Então as duas linhas de custo não são as orçadas em janeiro — são derivadas: as taxas de custo por MW de hoje aplicadas ao cronograma de COD do fechamento, e a PMT atual repetida idêntica nos dois cenários. Ou seja, a diferença de custo que aparece aqui mede só o efeito do atraso na entrada em operação, e não variação de custo unitário nem de serviço de dívida. A comparação de faturamento e recebimento, essa sim, é fechamento contra projeção atual, com dados de cada época.
O arquivo do fechamento trouxe só receita. Estas premissas foram informadas depois e valem exclusivamente para o cenário do fechamento: PMT própria por cluster e custo percentual sobre o recebimento. A projeção atual não é tocada por nada aqui.
Incide sobre o recebimento do próprio cluster, a partir de Mai/26.
Campo vazio = o fechamento usa o mesmo PMT da projeção atual naquele mês. Valores em vermelho foram informados por você.
Cada parcela é medida isolando uma premissa por vez, mantendo as outras fixas — por isso a soma fecha exatamente com a diferença de fluxo, sem resíduo. Valor positivo = a projeção atual está melhor que o fechamento; negativo = pior.
Abre a linha "COD das usinas que já estavam no fechamento". Meses positivos = atrasou.
Recebimento − custos − PMT, em cada uma das três visões
1. Fechamento Jan/2026 — o que estava previsto no fechamento
2. Previsto atual — a projeção que estamos trabalhando hoje
3. Realizado — recebimento e custo efetivamente lançados
Os grupos são os mesmos definidos na aba Fluxo de Caixa — criar ou remover aqui reflete lá, e vice-versa. Todas as tabelas seguem os filtros de DISCO, cluster e mês do topo do painel.
Verde: projeção atual acima do fechamento. Vermelho: abaixo. A coluna de energia mostra se a diferença em R$ vem de volume compensado — como a tarifa não mudou, é ela que explica o resultado.
Atualize o painel automaticamente enviando um arquivo CSV ou JSON. Baixe o modelo em Exportar para garantir o formato correto — edite os valores e reimporte.
Atualiza só esse item (o resto da base não é alterado) e já envia o resultado para a planilha do Google Sheets automaticamente.
Identificação + faturamento mensal são obrigatórios. Os demais grupos são opcionais e habilitam indicadores adicionais: FatReal_* (faturamento realizado), RecReal_* (recebimento realizado — pré-requisito do gráfico Projetado×Realizado), Custo_* e Despesa_* (habilitam EBITDA e Margem EBITDA).
Projeto;DISCO;Cluster;COD;Geracao_kWh;
Fat_Jan;…;Fat_Dez;
FatReal_Jan;…;FatReal_Dez;
RecReal_Jan;…;RecReal_Dez;
Custo_Jan;…;Custo_Dez;
Despesa_Jan;…;Despesa_Dez
COD no formato AAAA-MM (ex.: 2024-05). Decimais aceitos com vírgula ou ponto.
Baixe a base atual ou um modelo em branco para preencher e reimportar.
Baixe só um item da base (Captação, Tarifa e Desconto, PMT Prevista, etc.), já com os valores atuais preenchidos — edite e reimporte pela aba "Importar dados".
Salve o estado atual do painel (Tarifa/Desconto, Captação por DISCO e por usina, Taxas de Custo, Parâmetros, Locações, Custos/Faturamento por cluster e o COD de cada usina) como um cenário nomeado — e volte para ele quando quiser, sem refazer as mudanças na mão. Fica salvo só neste navegador; não altera a planilha do Google Sheets.
Digite a senha para importar/enviar dados, ou para editar as abas Premissas e Usinas.